terça-feira, 15 de novembro de 2016

Mug Rug Finalizado




Pra quem não conhece, mug rug ou tapete de caneca é algo bem legal pra se ter em casa.
Ele é algo que fica entre o tamanho de um coaster (porta-copos) e um jogo americano e por isso é super prático.

A idéia é que além da caneca com seu chazinho ou café, você também pode colocar ao lado algumas guloseimas. Bolachinhas, lanchinho, qualquer coisa.


 É ideal pra você deixar ao lado de seu computador enquanto trabalha, se atualiza ou se diverte nas redes sociais.

Aliás é uma peça coringa, que você pode levar pro sofá enquanto assiste sua série ou filme ou então deixar ao seu lado enquanto relaxa lendo um livro e aproveita pra dar umas beliscadas em uma bolachinha.



E como estamos num país tropical, no lugar da caneca, pode ser aquele copo de suco fresquinho pra refrescar, não acham?

Link para: Fabric Frenzy Friday, Crazy Mom Quilts

domingo, 13 de novembro de 2016

Domingo de costura leve


Hoje eu estava arrumando algumas coisas no meu quarto de costura e encontrei um bloco avulso de coração feito com a técnica de foundation.


Resolvi usá-lo para fazer um Mug Rug (tapete de caneca).
Coloquei mais uma faixa de tecido e aproveitei para treinar o quilting em linhas retas.

Agora vou aproveitar o restinho do domingo e relaxar com um pouquinho de costura à mão, fazendo o viés de acabamento.


Assim que estiver pronto eu venho mostrar.

Um grande abraço!

Link para: Slow Sunday Stitching

segunda-feira, 7 de novembro de 2016

Frente de almofada quiltada


E chegou o momento de treinar sozinha. 
Confesso que demorei um pouquinho pra engrenar, mas enfim, consegui finalizar mais uma frente de almofada.



Sabe quando você está toda animada pra colocar o que aprendeu em prática, mas quando começa, algo dá errado e você dá aquela desanimada?

Pois é, aconteceu comigo. Quando fui quiltar na minha máquina, percebi que ela não diminui tanto a velocidade e, por ser eletrônica, o mínimo que eu consegui colocar foi de 100 ppm (pontos por minuto) e não adianta pisar devagar, porque ou ela vai naquela velocidade ou simplesmente para de costurar.

Bateu aquele desânimo, porque minha intenção era quiltar do mesmo modo que eu fiz no curso, bem devagarinho pra pegar os movimentos e ir aumentando a velocidade com o tempo.

Mas o desânimo bateu só por alguns minutinhos, porque daí pensei "eu paguei caro nessa máquina e além do mais, essa é a minha máquina. Só de desaforo é com ela que vou ter que aprender a quiltar".

E como eu já sabia que não ia ser fácil e que é preciso muito treino para quiltar bem, não poderia desistir na primeira dificuldade, não é?

E assim eu comecei minha peça com as costuras nas valas. E isso foi uma tortura, porque é difícil fazer linhas retas com a máquina trabalhando mais rápido. Aqui você pode me perguntar "mas por que você não fez as costuras retas com o pé tradicional?" Simples, porque eu me propus a ter o domínio do pé de quilting livre e mesmo que não fique tão bom das primeiras vezes, sei que com o tempo a tendência é melhorar e assim eu vou aperfeiçoando meus movimentos. 

Depois de fazer essas costuras, eu parti para o centro do bloco com as linhas curvas e as linhas retas.
Nessa etapa, eu já estava um pouco melhor, e até que as linhas ficaram boas, com pontos uniformes.




Deixei para o final as plumas (ainda bem, senão teria batido o desânimo de novo, hahaha)
Aqui a máquina começou a me pregar peças e deixar a linha frouxa embaixo. Primeiro a linha da bobina estava solta, depois foi a linha de cima que se soltou de um dos passantes, mas no fim consegui ajeitar. E quando acertei tudo, a "pecinha" na frente da máquina é que não funcionou, kkkk
As primeiras plumas ficaram horrorosas, não conseguia nem por decreto passar a costura duas vezes no mesmo lugar e o jeito foi desmanchar e começar de novo.



No total, desmanchei três vezes as plumas externas.
Ah, desmanchador de costura, meu BFF (Best Friend Forever - Melhor Amigo pra Sempre), o que seria da minha vida sem você? 

Na quarta vez eu tinha certeza que ia dar certo, porque a mão já estava pegando o ritmo da máquina de costura, e também porque eu não queria desmanchar mais uma vez, rs.

E assim, consegui fazer as plumas sem nenhuma diferença muito gritante.


Fiquei muito contente com esse treino. Foi o dia todo quiltando, desmanchando, arrumando algumas coisas, mas valeu o aprendizado.


Forro

Fica a dica, se você se propuser a fazer algo, encare o que não deu certo como um aprendizado e persevere. Não desanime na primeira dificuldade.

Mudando de assunto, nas últimas semanas recebi alguns comentários perguntando do Dexter.
Ele está ótimo. 
Separei essa foto que já faz um ou dois meses pra mostrar como o bichinho é inteligente. Quando está friozinho, ele puxa daqui, empurra dali e vai ajeitando seu edredonzinho até formar um ninho. Não é muito fofo meu filhote?



E aqui uma foto mais recente, com um brinquedinho:



Um abraço e ótima semana!

Hoje links para: Cooking Up Quilts, WIPs be Gonne, Free Motion Mavericks, Fabric Frenzy Friday, Crazy Mom Quilts 

segunda-feira, 31 de outubro de 2016

Curso com a Silvana Vituriano


Quem me conhece sabe que eu sou super fã da Silvana Vituriano (Artes da Silvana), com quem tenho uma amizade virtual há mais de seis anos.



Infelizmente mesmo quando ela vinha pra São Paulo dar seus cursos, nossas agendas não batiam e acabava não a conhecendo pessoalmente.

Mas tudo mudou na semana passada, quando eu tive uma folga no serviço e não pensei duas vezes pra marcar com ela algumas aulas. Fiquei em uma pousada em São Leopoldo, mas bem cedinho ia pra sua casa e ateliê e passávamos o dia juntas. Além das aulas, muitas conversas e momentos super agradáveis, afinal, precisávamos tirar o atraso de todos esses anos em que só nos falávamos pela internet, rs.

Na terça, começamos as aulas, olha a cara de felicidade da pessoa:

Gente, sério, todo mundo deveria fazer curso com a Silvana, porque ela ensina mesmo! Não esconde nenhum segredo e fica super feliz em ver a evolução das alunas.

Olha o resultado do treino:

Muito conteúdo e prática nas aulas. 
Confesso que tive dificuldade em alguns movimentos, mas sei que com esse conhecimento, agora é só treinar bastante pra ir aperfeiçoando.

Na quarta-feira começamos a planejar o quilting das peças:

Acredito que foi uma das aulas mais importantes, porque aqui aprendi a pensar na peça, conversar com ela, fazer marcações, ver o que combina, usar réguas... 
Pude ver como funciona o processo criativo da Silvana e como podemos trabalhar o nosso próprio processo, sem copiar ninguém. 
Informações valiosíssimas.

Depois de planejar algumas peças, era hora de colocar em prática e então a primeira peça quiltada foi essa frente de almofada:



Sei que ainda preciso melhorar alguns traços, mas já fiquei super feliz de conseguir fazer algumas linhas bem retinhas (outras nem tanto, hahaha) com o pé de quilting livre. 

Aqui no forro dá pra ver melhor:

E por fim, a Silvana e eu, orgulhosas da peça:



Foi uma semana maravilhosa, daquelas pra recordar com um super sorriso no rosto. 
Só tenho a agradecer a Silvana pela acolhida, ensinamentos, gargalhadas e por me permitir fazer parte de sua família por alguns dias. 

Agora é continuar estudando e treinando.

Uma ótima semana!

Participando das postagens coletivas: Free Motion Mavericks, Can I Get a Whoop Whoop?, Fabric Frenzy Friday

quarta-feira, 19 de outubro de 2016

Manta do Arthur


Olá, como vocês estão?

Já faz um tempo que eu terminei e entreguei essa manta, mas faltava vir aqui mostrar pra vocês.


Essa manta foi feito com muito carinho e amor, para um bebê super aguardado, o Arthur.
Acompanhei a gravidez toda da minha chefe e amiga Natália e queria fazer algo especial para o bebê.


Lembra que eu já tinha mostrado algumas fotos aqui no blog, enquanto eu trabalhava na manta?
Só não tinha falado do que se tratava, falando apenas que era um trabalho em andamento, já que era um presente surpresa.

A manta foi feita em patchwork tradicional com blocos de Nine Patch. 
Coloquei duas bordas para realçarem a manta e fiz a aplicação da coruja e galho com folhas na máquina.


Para combinar, também fiz uma almofadinha de coruja. 
Bom, na verdade tudo começou pela almofada e daí resolvi fazer a manta, rs.

Nessa outra foto dá pra ver a etiqueta dedicada ao Arthur.

E aqui o Arthur conferindo seu presente.
Será que passou no teste? rs



Um grande abraço e ótima semana!
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